Era uma vez um povo, aparentemente insignificante, que vivia próximo ao Rio Jordão, sobrevivendo do pastoreio e de atividades possíveis, em um local nem sempre clemente. Este povo pequeno tinha uma novidade e tanto, acreditavam que apenas um Deus os governava, um Deus sem forma, que os poucos que o haviam visto descreviam como uma luz intensa que seria impossível encará-la. Vizinhos poderosos de tempos em tempos se lembravam de sua existência e os submetiam, ou buscavam alianças transitórias. Não foram poucos os Impérios que submeteram este povo, destruindo em alguns momentos qualquer resquício de um Estado próprio, apenas a religião os mantinha unidos como uma coisa só. Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Macedônicos, as ameaças não foram poucas, mas eles continuaram existindo, não importando a força que os abatesse. Entretanto existia um Império que desbancou todos os demais, e que pretendia ordenar o seus domínios a seu modo, espalhar seu estilo de vida, seus deuses e construções, e este era Roma.
O Império Romano submeteu grande parte da Europa, Oriente Médio e Norte da África, e todos aqueles que se recusaram a seguir pacificamente, foram arrasados. Não forma poucas as revoltas que este povo monoteísta moveu contra o Império, sempre em uma situação desfavorável, sendo esmagado rebelião após rebelião. Durante estes confrontos um grupo começou a se separar e seguir uma vertente messiânica baseada em um salvador, outros grupos permaneceram descrentes quanto a este caminho. No momento em que Roma se cansou das disputas, fez com que este povo fosse expulso de sua própria terra, em um evento conhecido como Diáspora no ano de 70 d.C, o povo que acreditava em um Deus só se espalhou pelo mundo todo, rumando em direção à Europa, Ásia, África e por último América.
Nos anos que se seguiram foram duramente perseguidos por toda parte, principalmente após aquele grupo que acreditava em um Messias ter crescido e se desligado de sua origem, formando uma nova religião que logo dominou as províncias do Império Romano, tornando o Deus único e aquele que seria seu filho como senhores absolutos. Aqueles que não aceitaram o Messias passaram a ser mal vistos, entendidos como aqueles que se recusaram a aceitar a Palavra nova. A vida não foi fácil para este povo que havia sido expulso de sua terra, sendo em alguns momentos aceitos, mas na maior parte das vezes excluídos. Pogroms foram feitos na tentativa de exterminá-los e não raras vezes foram obrigados a mudar de país, esconder seus costumes e buscar novas formas de sobrevivência.
Século XX um homem com um bigode estranho e idéias de superioridade ariana resolveu que este povo não merecia viver, tornando-os escravos, realizando experiências ditas científicas e dando um novo capítulo a História de Sadismo que a humanidade nos faz ver todos os dias. Junto a eles outros também sofreram por acreditarem em doutrinas políticas diferentes, acreditarem em outro Deus, ou ter uma origem que os outros acreditavam também pertencer ao plantel de sub-raças. Esmagados e mortos na casa dos milhões, ganharam alguma esperança ao final da Guerra, com a vitória de países que não os adoravam, mas que pelo menos não pretendiam um genocídio tão cedo. No esquema de reparações, hábito costumeiro ao final de uma Guerra, receberam parte da Terra em que haviam vivido na Antiguidade, e puderam finalmente retornar ao lar de seus ancestrais.
O Império Romano submeteu grande parte da Europa, Oriente Médio e Norte da África, e todos aqueles que se recusaram a seguir pacificamente, foram arrasados. Não forma poucas as revoltas que este povo monoteísta moveu contra o Império, sempre em uma situação desfavorável, sendo esmagado rebelião após rebelião. Durante estes confrontos um grupo começou a se separar e seguir uma vertente messiânica baseada em um salvador, outros grupos permaneceram descrentes quanto a este caminho. No momento em que Roma se cansou das disputas, fez com que este povo fosse expulso de sua própria terra, em um evento conhecido como Diáspora no ano de 70 d.C, o povo que acreditava em um Deus só se espalhou pelo mundo todo, rumando em direção à Europa, Ásia, África e por último América.
Nos anos que se seguiram foram duramente perseguidos por toda parte, principalmente após aquele grupo que acreditava em um Messias ter crescido e se desligado de sua origem, formando uma nova religião que logo dominou as províncias do Império Romano, tornando o Deus único e aquele que seria seu filho como senhores absolutos. Aqueles que não aceitaram o Messias passaram a ser mal vistos, entendidos como aqueles que se recusaram a aceitar a Palavra nova. A vida não foi fácil para este povo que havia sido expulso de sua terra, sendo em alguns momentos aceitos, mas na maior parte das vezes excluídos. Pogroms foram feitos na tentativa de exterminá-los e não raras vezes foram obrigados a mudar de país, esconder seus costumes e buscar novas formas de sobrevivência.
Século XX um homem com um bigode estranho e idéias de superioridade ariana resolveu que este povo não merecia viver, tornando-os escravos, realizando experiências ditas científicas e dando um novo capítulo a História de Sadismo que a humanidade nos faz ver todos os dias. Junto a eles outros também sofreram por acreditarem em doutrinas políticas diferentes, acreditarem em outro Deus, ou ter uma origem que os outros acreditavam também pertencer ao plantel de sub-raças. Esmagados e mortos na casa dos milhões, ganharam alguma esperança ao final da Guerra, com a vitória de países que não os adoravam, mas que pelo menos não pretendiam um genocídio tão cedo. No esquema de reparações, hábito costumeiro ao final de uma Guerra, receberam parte da Terra em que haviam vivido na Antiguidade, e puderam finalmente retornar ao lar de seus ancestrais.



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