Primeiro Trabalho:
Entrega segunda feira dia 16/11
Valor: 1,0
2-3 pessoas por grupo
Montar um quadro com o momento que marca a consolidação do Estado Absolutista nos diferentes países da Europa com datas. Mais uma linha do tempo com a Ordem.
Países a serem pesquisados no livro: Portugal, Espanha, Inglaterra e França
Segundo Trabalho
Entrega dia 23/11
Valor: 2,0
2-3 pessoas por grupo
Pesquisa sobre como o Mercantilismo europeu chegou ao Brasil a partir da introdução da lavoura de cana-de-açúcar. Neste trabalho é preciso que fique claro como os elementos que formam o sistema de plantation foram introduzidos no Brasil, com destaque para a escravidão. Outro importante ponto é como era produzido o açúcar, as etapas da produção: lavoura, moenda...
Este trabalho pode ser feito de duas maneiras:
-Na forma de uma História em Quadrinhos
-Redação em primeira pessoa como se você fosse um visitante observando a forma de produção.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
PDF para o trabalho
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000042.pdf
Qualquer dúvida é só deixar recado.
Qualquer dúvida é só deixar recado.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Tintim
O Politicamente Correto cria situações no mínimo absurdas, último exemplo das proezas são as declarações contra a obra “Tintim no Congo”, resultado da caracterização feita dos negros e de sua cultura como algo tosco e selvagem. Realizada por Herge em 1930 ela não seria muito diferente de tudo que se publicava até então sobre países africanos ou negros, é só lembrar de Eisner que criou Ebony White como ajudante de Spirit, ou mesmo a caracterização infeliz que os empregados negros da casa de Scarlett O’ Hara tiveram.
Censura é algo perigoso e torna mais difícil o diálogo, principalmente quando o acesso a uma obra é limitado, o que faz com que buchichos e “achismos” ganhem repercussão exagerada. Cabe a cada pessoa, ao observar uma produção artística qualquer, contextualizar a informação e perceber que cada obra é fruto de seu tempo, carregada de questões que atualmente podem ser mais bem resolvidas... ou não. Se todas as obras com alguma referência tida hoje como politicamente incorreta fosse banida, seria necessário uma grande fogueira em bibliotecas públicas e particulares, que dariam inveja a qualquer regime totalitário.
Link sobre o assunto:
http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/afp/2009/09/01/ult32u21225.jhtm
Censura é algo perigoso e torna mais difícil o diálogo, principalmente quando o acesso a uma obra é limitado, o que faz com que buchichos e “achismos” ganhem repercussão exagerada. Cabe a cada pessoa, ao observar uma produção artística qualquer, contextualizar a informação e perceber que cada obra é fruto de seu tempo, carregada de questões que atualmente podem ser mais bem resolvidas... ou não. Se todas as obras com alguma referência tida hoje como politicamente incorreta fosse banida, seria necessário uma grande fogueira em bibliotecas públicas e particulares, que dariam inveja a qualquer regime totalitário.
Link sobre o assunto:
http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/afp/2009/09/01/ult32u21225.jhtm
quinta-feira, 23 de abril de 2009
A BEM DA VERDADE POUCO IMPORTA O QUE ALGUÉM ESCREVA, AFINAL, TUDO É PARA SER ESQUECIDO DE MANEIRA RÁPIDA.
Sempre fico com a impressão de que o errado começa a se passar por certo todos os dias. Esta fala não é saudosismo de um tempo passado, pois não sou tão velho assim, é mais um desabafo sobre algo, que a bem da verdade, nunca existiu. Talvez tudo tenha sido sempre da maneira que é com a diferença de que a minha percepção fosse menor dos fatos, ou não. O que importa é que passamos 4 milhões de anos em vida conjunta nesta pequena esfera azul e não existe sinal algum de melhora, a não ser tecnológica, se é que a isso podemos chamar de melhora.
Basicamente construímos, de maneira ininterrupta, desde as primeiras barracas do Neolítico, passando por pirâmides, zigurates, pagodes indianos, catedrais e não paramos mais. Substituímos morros, árvores e rios por um mar de concreto e pedra visível de qualquer ponto, ladrilhando o mundo com tudo e mais um pouco.
Criamos máquinas capazes de nos transportar a praticamente qualquer ponto do globo terrestre, transformando o que se levava dias, meses ou anos, em uma questão de poucas horas, dentro da possibilidade de embarques imediatos. Nos fechamos em pequenas gaiolas de metal, capazes de expelir uma fumaça cinza e desagradável, como pequenos guerreiros que ao invés de espadas utilizam as buzinas como principais armas. Percorremos diariamente os mesmos percursos, cercados por outras pequenas gaiolas ansiosas por tomarem nossos lugares sobre o grande ladrilho chamado mundo.
E apesar de tudo, ou justamente por tudo, continuamos da mesma forma, incapazes de perceber aqueles que estão ao nosso redor, cheios de gana pelo emprego alheio, preocupados com o que vamos consumir ontem, hoje e amanhã. E felizes ignoramos todos os demais, suspensos em uma bolha que paira acima de todos os problemas, satisfeito apenas em saber que não somos nós os que estão em posição pior. Mesmo que para isso precisemos erguer muros mais altos e segurar a bolsa junto ao corpo com extrema preocupação, continuamos a ladrilhar.
Basicamente construímos, de maneira ininterrupta, desde as primeiras barracas do Neolítico, passando por pirâmides, zigurates, pagodes indianos, catedrais e não paramos mais. Substituímos morros, árvores e rios por um mar de concreto e pedra visível de qualquer ponto, ladrilhando o mundo com tudo e mais um pouco.
Criamos máquinas capazes de nos transportar a praticamente qualquer ponto do globo terrestre, transformando o que se levava dias, meses ou anos, em uma questão de poucas horas, dentro da possibilidade de embarques imediatos. Nos fechamos em pequenas gaiolas de metal, capazes de expelir uma fumaça cinza e desagradável, como pequenos guerreiros que ao invés de espadas utilizam as buzinas como principais armas. Percorremos diariamente os mesmos percursos, cercados por outras pequenas gaiolas ansiosas por tomarem nossos lugares sobre o grande ladrilho chamado mundo.
E apesar de tudo, ou justamente por tudo, continuamos da mesma forma, incapazes de perceber aqueles que estão ao nosso redor, cheios de gana pelo emprego alheio, preocupados com o que vamos consumir ontem, hoje e amanhã. E felizes ignoramos todos os demais, suspensos em uma bolha que paira acima de todos os problemas, satisfeito apenas em saber que não somos nós os que estão em posição pior. Mesmo que para isso precisemos erguer muros mais altos e segurar a bolsa junto ao corpo com extrema preocupação, continuamos a ladrilhar.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
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